Psicoterapia de orientação psicanalítica para quem deseja construir novos caminhos.
Sou Letícia Klug, psicóloga (CRP 12/15472), natural de São Borja – RS. Minha relação com a psicanálise começou ainda na graduação e desde então sigo comprometida com uma escuta que respeita a singularidade de cada sujeito. Atuei por anos na psicologia hospitalar, especialmente em UTIs, em contextos de cuidados intensivos e paliativos, onde me aproximei profundamente do sofrimento humano em suas expressões mais complexas. Essas experiências moldaram meu olhar clínico e minha ética de trabalho.
Hoje, moro em Florianópolis e me dedico exclusivamente à clínica. Atendo aadolescentes e adultos em psicoterapia individual, tanto presencial quanto online. Meu trabalho se sustenta na psicanálise como direção clínica e sigo em processo de formação permanente.
• Graduação em Psicologia (2015) pela Universidade do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí);
• Especialização em Saúde pelo Programa de Residência Multiprofissional – Atenção ao Paciente Adulto Crítico – Hospital Municipal são José, Joinville/SC;
• Especialista em Psicologia Hospitalar, CRP/RS;
• Entre os anos de 2017 e 2023 atuou realizando atendimento a pacientes e seus familiares em contexto de internação hospitalar ;
• Atualmente faz parte do Programa de Formação Permanente em Psicanálise da Maiêutica Florianópolis – Escola Psicanalítica;
A clínica psicanalítica oferece um espaço sustentado pela escuta, em que o sujeito pode colocar em palavras aquilo que o atravessa- ainda que não compreenda inteiramente o que diz. Mais do que buscar explicações ou soluções, trata-se de um percurso em que, a partir da fala, algo do sofrimento possa ser deslocado de sua fixação sintomática. Ao implicar-se no que diz, o sujeito pode produzir um novo posicionamento frente ao que antes o fazia padecer, permitindo que outra leitura de si se inscreva.
Minha prática é guiada pela psicanálise, concebida como uma praxis clínica que se orienta pela escuta do sujeito do inconsciente. No espaço de análise o paciente é convidado a falar e a escutar-se, possibilitando o surgimento de formações do inconsciente que atravessam seu modo de viver e sofrer. A partir do vínculo transferencial e das intervenções do analista, constrói-se um percurso singular, que não se apoia em diagnósticos fechados, julgamentos ou protocolos, mas na aposta na palavra e na ética do desejo.
No que tange a formação do analista, alinho-me aos preceitos de Freud e Lacan e na compreensão de que esta sustenta-se no tripé: análise pessoal, supervisão clínica e estudo teórico. Compreendendo-a como algo que não se encerra em etapas formais ou com certificações. Trata-se de um processo contínuo que é sustentado pela experiência de análise e pelo compromisso ético com o inconsciente
Conflitos familiares, relacionamentos amorosos, separações, repetições afetivas e dificuldades de se posicionar nas relações interpessoais.
Vivências de luto e perda, transições importantes, crises de identidade, impasses profissionais, além de sintomas que surgem sem causa evidente, mas que afetam profundamente o sujeito.
Abaixo, reuni algumas dúvidas que escuto com frequência e que talvez também façam sentido para você.
A frequência é pensada caso a caso, a partir da escuta e da construção do processo com cada sujeito. De modo geral, o trabalho psicanalítico se sustenta na regularidade e todas as particularidades referentes a frequência do tratamento serão conversadas em sessão.
A psicanálise não parte de um modelo fixo e não se propõe a oferecer soluções prontas. Ela anda na contramão e oferece espaço de escuta, no qual o próprio interesse em ser escutado e se escutar pode ser um sinal de um encontro possível com a psicanálise. A experiência nas primeiras sessões poderá ajudar a entender se esse é o caminho para você.
Não há um tempo pré-determinado para a duração do processo. O trabalho segue a singularidade de cada caso, o que implica respeitar o tempo próprio de elaboração de cada um. O percurso se constrói a partir do que se apresenta na transferência e sua duração está vinculada ao movimento psíquico do paciente, não a metas ou protocolos externos.
Se algo do que leu aqui fez sentido para você ou despertou o desejo de iniciar um processo psicoterapêutico, fico à disposição para acolher suas questões.
Você pode entrar em contato para agendar sua primeira sessão ou apenas para esclarecer dúvidas. Será um prazer te escutar.
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